A “roupa” fala do que está cheio o coração

Constantemente, tem chegado à nossa redação reclamações a respeito das roupas que as pessoas têm utilizado durante os cultos; por isso, resolvemos dedicar este espaço para trazer uma pequena reflexão sobre o assunto. Infelizmente, nossa sociedade como um todo tem sido influenciada pela moda de forte apelo à sensualidade e a valorização excessiva do corpo. Tem sutilmente encaminhado muitas pessoas à pornografia, prostituição e lascívia. Barrigas e costas à mostra, micro-saias, transparências e outras coisas que todo mundo sabe, se tornaram comuns. Os homens também estão incluídos nesse universo, mas as mulheres, na verdade, são as que mais exploram as vestimentas.

No mundo não cristão tais atitudes não me espantam, afinal, lá não existe limite, mas “dentro da igreja”, à luz da Bíblia, consideramos como pecado. De um cristão se espera que, no mínimo, ele cumpra o que sugere Paulo em Colossenses 3.5: “Eliminai vossas inclinações carnais: prostituição, impureza, paixão [...] é por causa dessas coisas que a ira de Deus sobrevém aos desobedientes.”Nosso desejo não é voltar ao legalismo exagerado, mas provocar uma discussão a respeito do assunto.

Portanto, pais e mães devem observar o que seus filhos estão vestindo e os próprios casais também se observarem. A igreja é um espaço público, mas nem por isso deve-se utilizá-lo para dar lugar à carne. Algumas pessoas argumentam que vestem o que querem por que a igreja é um espaço público. Bem, é justamente por ser um espaço público que devemos respeitar uns aos outros. “Irmãos, fostes chamados para a liberdade. Mas não useis da liberdade como pretexto para a carne…” (Gálatas 5.13).

Por fim, como cristãos, vamos lembrar o ensinamento de Paulo em 1 Coríntios 6.19: “Fugi da imoralidade. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo; mas quem pratica a imoralidade peca contra o seu corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?”

Texto extraído do site da Lagoinha.com
http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/a-roupa-fala-do-que-esta-cheio-o-coracao/ 

Quando Deus não responde as orações

O texto de Lucas 18.9-14 conta a parábola do fariseu e do publicano. Os dois foram ao mesmo templo, em uma mesma hora e com o mesmo propósito: orar. O resultado, porém, foi diferente. Deus ouviu a oração do publicano, mas não respondeu a oração do fariseu. Por quê?

1. Porque sua oração foi apenas um discurso retórico para exaltar suas próprias virtudes – vv. 11,12

Orar não é proferir fórmulas bonitas, bem formuladas, ainda que regadas de lágrimas. Orar não é se exaltar e proclamar suas próprias virtudes. O fariseu não orou, ele fez um discurso eloquente para se autopromover. Ele não orou, ele tocou trombetas. Ele não orou, ele aplaudiu a si mesmo. Ele não orou, ele fez cócegas no seu próprio ego. Ele não orou, ele fez um solo do hino “Quão grande és tu” diante do espelho. Não existe nada mais abominável aos olhos de Deus do que o orgulho. Deus resiste aos soberbos. Lúcifer foi expulso do Céu por causa do seu orgulho. A soberba precede à ruína. É impossível orar sem as vestes da humildade. Soberba e oração não podem habitar no mesmo coração ao mesmo tempo.

2. Porque sua oração não se dirigia precisamente a Deus – v.11

Sua oração era voltada para si mesmo. Era dirigida ao plenário que estava ali, concentrado. Deus era apenas uma moldura para realçar os seus feitos notáveis e a perfeição de suas ações. Deus era apenas um trampolim para ele alcançar a notoriedade pública e a admiração do povo. Ele agradece a Deus não as suas dádivas, mas suas virtudes próprias. A oração do fariseu estava recheada de vaidade, entupida de soberba. A oração do fariseu não foi dirigida ao Céu, mas às profundezas da sua própria vaidade. 

3. Porque sua oração não se baseava na misericórdia de Deus, mas na confiança própria – v. 14

A base da sua oração não era a graça de Deus. Ele estava confiado não em Deus, mas em si mesmo. Ele ora não para se quebrantar, mas para exaltar-se. Podemos concluir que nenhum orgulhoso que menospreze seu semelhante pode prevalecer na oração. “O fariseu entrou no templo cheio de nada e saiu vazio de tudo”.

O texto bíblico conclui dizendo que o publicano e não o fariseu desceu para a sua casa justificado diante de Deus, porque todo aquele que se exaltar será humilhado, e todo aquele que se humilhar, será exaltado (Lc 18.14). Não há espaço para soberba diante de Deus, pois o Senhor declara guerra contra os soberbos. Ninguém pode orar verdadeiramente a não ser que tenha o coração quebrantado. Nenhuma oração prospera diante de Deus a não ser que o coração esteja vazio de vaidade e cheio de amor. Onde tem inveja, mágoa ou desprezo pelo próximo pode ter abundante religiosidade, mas não comunhão com Deus; pode ter pomposa encenação, mas não oração que chega aos céus.

Mensagem extraída do site da Igreja Batista da Lagoinha:
http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/quando-deus-nao-responde-as-oracoes/

Eu amo a minha igreja


Eu amo a minha igreja.

Eu amo os irmãos que se reunem na igreja que eu congrego.
A minha igreja é composta de amigos, de parceiros que lutam apaixonadamente pelo Evangelho, que amam a Cristo e que amam uns aos outros.
A cada dia eu louvo a Deus pela Igreja que eu congrego e pelos amigos que lá tenho!Tenho amigos de fé, irmãos camaradas, obreiros fiéis, gente abnegada.

Eu amo minha igreja, ela é um porto seguro em dias de tempestade. Nela eu posso ser o que sou, nela eu não preciso usar máscaras, nem tampouco vestir a capa da religiosidade.
Eu amo a minha igreja. Eu amo os amigos que lá se reúnem. Sou privilegiado pois tenho pastores amigos, fiéis a Cristo e a obra missionária.
Eu amo a minha igreja. Sou grato ao Senhor pela nossa unidade! Bendigo ao Senhor porque a unidade entre os líderes é marca de um relacionamento fundamentado na Cruz de Cristo.
Eu amo a minha igreja. Amo os diáconos que abnegadamente servem ao Senhor e aos irmãos.
Eu amo a minha igreja e sou grato a Deus por ser pastor dela, por amar e ser amado, por respeitar e ser respeitado, por acolher e ser acolhido.
Eu amo a minha igreja!

Muito obrigado Senhor pela graça que me concedestes de ser membro da igreja que eu  congrego.
Muito obrigado pelos amigos que tenho, pela aliança que possuo como irmãos queridos e pelo prazer incomparável de servi-lo num lugar de amor, carinho e respeito.
Adaptado do texto do Pr. Renato Vargens
http://renatovargens.blogspot.com.br/2012/11/eu-amo-minha-igreja.html

Todo mundo odeia o José


 
José, um dos integrantes do time de Jacó com 11 irmãos, era o penúltimo da escadinha ou, melhor, da escadaria.

Mesmo tendo vários irmãos, José tinha um tratamento diferenciado pelo seu pai. Ele podia, por exemplo, pedir para Jacó colocar comida em seu prato e se a Coca-Cola estivesse no final, o primeiro copo a ser cheio era o seu e o resto ficava para os outros 11 dividirem.

Não sei se José gostava de trabalhar, mas com o tanto de sonhos que ele tinha, acredito que gostava mesmo era de dormir.

José com 17 anos até ia trabalhar ou ao menos ia ao local de trabalho. Ele sabia que o trabalho (braçal) nunca matou ninguém, mas parece que não queria muito arriscar e, por isso, se dedicava mais a difícil e árdua tarefa de supervisionar seus irmãos.

Se José pegasse no flagra seus irmãos, em vez de trabalhando, acessando o Facebook, Twitter, You tube ou alguma coisa assim, José nem se quer mandava e-mail, ia pessoalmente até seu pai e entregava a quadrilha inteira.

Será que era por isso que “todo mundo odeia o Chris”, ops, quer dizer, o José?

Houve a questão da túnica também. Ele usava uma túnica estilo tropical, roupa chique que só Jacó na época sabia produzir. Mas isso foi o de menos, porque o que deixou seus irmãos doidos mesmo era o tratamento vip do pai.

Seus irmãos reunidos contra ele chegaram a uma conclusão: o sonho pode manter-se vivo na memória de nosso pai, mas o sonhador deve morrer.

Jogaram José dentro de uma cova e depois o venderam para os Midianitas. José foi parar no Egito com o objetivo de ser odiado em outro lugar.

Jesus disse que seriamos odiados e que, algumas vezes, seríamos odiados pelos os de nossa casa (Igreja?).

Já não acho mais que somos odiados porque sonhamos, nem porque levamos nossos irmãos em oração a Deus, mas somos odiados por causa do amor de Deus que esta dentro de nós. É por causa desse amor que o mundo nos odeia.

O mundo espera guerra quando nos aflige, mas somos agentes de paz. Não fomos chamados para revidar se os nossos inimigos nos odeiam e investem contra nós e depois se assentam a esperar nossa vingança. Nós lhe oferecemos o perdão porque aprendemos a amar até os inimigos.

Vamos permanecer assim, afinal, o que importa o amor do mundo, se já fomos alcançados pelo o amor do Pai?

Por: Alan Corrêa
http://artigos.gospelprime.com.br/todo-mundo-odeia-o-jose/